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Thales Gibb é o novo reforço do Palmeiras Locomotives

  • 18 de jul. de 2017
  • 4 min de leitura

Foto: Arquivo Pessoal Thales Gibb

Você pode estar se perguntando: "Tá e daí? O Obertime não é apenas sobre futebol americano gaúcho?" Sim, é. E por isso que falaremos do Thales Gibb.

Thales é gaúcho, tem 23 anos e já atuou no São Leopoldo Mustangs, no Bulls FA, e também no Viamão Raptors, no qual ele era o Presidente também. O Safety chega para reforçar o Locomotives, um dos grandes favoritos à conquista da Liga Nacional. Palmeiras que inclusive levou um dos principais jogadores do Corinthians Steamrollers, o Running Back Branco Meneses.

Conversamos com Gibb, para que ele falasse um pouco mais da sua história no futebol americano.

- OBERTIME: "Conta-nos um pouquinho sobre a tua trajetória na vida e no esporte":

- GIBB: "Sou natural de Porto Alegre, porém, passei grande parte da minha vida em Viamão. Meu primeiro contato com o futebol americano foi no Viamão Raptors em janeiro de 2016, aonde fiz seletiva para o time NoPad. Logo depois - por motivos adversos - o time teve que parar com suas atividades. Com a migração dos jogadores para outros times, acompanhei alguns atletas para o Bulls FA. No Bulls joguei por cerca de 6 meses treinando a maior parte como Linebacker. Em paralelo, alguns ex-jogadores do Viamão Raptors voltaram a treinar, entretanto nada oficial.

No Bulls nós treinávamos três vezes por semana, mas eu como estava apaixonado pelo esporte, busquei mais, e treinava no Raptors também. A diretoria do Bulls entendeu os treinos extras com o Raptors um risco e me desligou. O desligamento do Bulls me trouxe tempo ocioso nos finais de semana, então resolvi por vontade própria levar a sério os treinos em Viamão. Conversei com alguns ex-jogadores com âmbito de voltar com os treinos, porém com uma mentalidade diferente dos demais times. Eram apenas 5 pessoas, mas as regras foram impostas. Agora o Viamão Raptors tinha horário, regras e hierarquia que deviam ser respeitados. Ninguém podia ser impedido a participar do time pelo porte físico. Nenhuma discussão em momento de treino. Entre outros. A mentalidade foi pensada de maneira tão assertiva que hoje, um ano após a reestruturação do time, o Raptors conta com cerca 50 jogadores sendo 70% já equipados e com CNPJ. Algo que muitos duvidavam, pois a cidade é reconhecida pelos empreendedorismos fracassados.

Minha passagem pelo Raptors foi realmente incrível. Encontrei um lado social que eu nunca pensei que teria. Pude ajudar pessoas que em momento nenhum na minha vida tive oportunidade. Ver aqueles marmanjos que passavam a semana toda batalhando e passando dificuldades, chegar no treino de domingo e brilhar os olhos ao levar/tomar um tackle é algo que eu nunca vou esquecer. Um dos pilares que nós implantamos no time foi de que staff/coachs não poderiam jogar. Isto me impediu de jogar pelo Raptors. Então busquei um time como jogador, pois não queria deixar de praticar o esporte, obviamente um time em outra modalidade, Fullpad. Foi aí que iniciei meus treinos no São Leopoldo Mustangs. Defendi a tropa por 2 semestres, onde joguei a Copa RS e o Gauchão 2017. No Mustangs, por necessidade do time tive que circular em algumas posições, como nas de DB e LB. Mesmo passando por algumas dificuldades técnicas, o esporte só me surpreendeu. Pessoal me acolheu muito bem e pude aprender muito no Mustangs. Enquanto jogador do Mustangs, o Raptors evoluía de uma maneira inacreditável até o ponto de que a direção entendesse que já tínhamos uma estrutura de time fullpad, só faltavam os Pads. Então através de um planejamento rigoroso, decidimos iniciar a compra dos Pads para o time, reestruturar a hierarquia do time, oficializar perante a receita federal, etc. Para essa reestruturação do time, foi necessário ampliar os recursos humanos, então acabei dividindo minhas 'tarefas' para pessoas chaves. Consegui fazer isso de maneira que o time pudesse caminhar sem depender de uma pessoa. Hoje, não tenho mais atividades no time, apenas ajudo de forma consultiva em caso de dúvidas. A presidência do time hoje é dividida de forma igual entre 4 integrantes do time e qualquer um deles pode responder pelo time, entretanto sempre em consenso".

- OBERTIME: "E como surgiu a oportunidade de atuar no Locomotives"?

- GIBB: "Minha mudança para São Paulo foi algo bem repentina. Tive 30 dias para me organizar e organizar o time. Minha decisão teve diversas influências pessoais e profissionais. Foi de partir o coração deixar os Dinos, mas este tipo de trabalho precisava ser acompanhado bem de perto. Neste período de organização, iniciei um processo de análise dos times de SP para ver em qual eu, como jogador, me enquadraria melhor. Fui recebido por alguns times, por outros ignorados, mas o que mais me chamou atenção foi o Palmeiras Locomotives, onde atuo hoje. Conversei com o HC China, alguns jogadores e auxiliares do time. O projeto e estrutura deles me fascinaram. Realmente o nível de organização dos times de São Paulo tende a ser maior que os do Rio Grande do Sul".

- OBERTIME: "Qual a maior diferença que tu notaste entre o futebol americano gaúcho e o paulista"?

-GIBB: "Minha primeira impressão, assistindo os jogos de outros times aqui da região: O jogo aéreo do sudeste é inacreditável, vou ter bastante trabalho pra acompanhar os novos adversários. Já o jogo corrido parece ser um nível inferior do que o sul, os RBs do sul me parecem ser bem mais agressivos".

- OBERTIME: "E como vai ser a tua organização no que diz respeito à vida pessoal"?

- GIBB: "Agora em São Paulo, deixando de lado a parte administrativa e social, estou estruturando uma startup no mercado do futebol americano, com objetivo de expandir e facilitar alguns processos que são realizados hoje. Estou analisando a viabilidade do projeto e espero iniciá-lo ainda este ano. Se estiver dentro das minhas condições tenho certeza que trará frutos incríveis para o esporte no Brasil".

- OBERTIME: "E qual os teus objetivos, agora, dentro do Palmeiras"?

- GIBB: "Estou muito orgulhoso com meu novo manto alviverde, estou dividindo campo com jogadores mais experientes e aprendendo muito nessa nova etapa. Entramos o segundo semestre para ser campeões".

Desejamos boa sorte ao Gibb, que tenha sucesso no time paulista e que tenha prosperidade na Liga Nacional.

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